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01/11/2016 11:51

Rendam-se ou morrerão, disse o primeiro ministro iraquiano

As tropas cruzaram os limites do município pela frente oriental, ocupando o bairro de Gogjali

As tropas cruzaram os limites do município pela frente oriental, ocupando o bairro de Gogjali, a cerca de 7 quilômetros do centro de Mosul. Nas redes sociais, ativistas contrários ao Estado Islâmico disseram que milicianos montaram barricadas nas casas de civis, mas que a situação permaneceu calma durante o dia, apesar das lojas fechadas.

"Rendam-se ou morrerão", disse o primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi, durante visita à cidade de Shura, 35 km ao sul de Mosul e tirada recentemente das mãos do grupo terrorista. "As forças de libertação cortarão em breve a cabeça da serpente", acrescentou.

Em Nínive, comenta-se que o grupo terrorista está preparando uma grande batalha no interior de Mosul deslocando grande parte dos seus homens e de seus armamentos para a parte leste da cidade.

Essa posição dos jihadistas, porém, não impede que, tanto na parte ocidental quanto na oriental do município, estejam prontos pequenos depósitos de armas e de combustível, que devem servir para que o grupo resista aos seus inimigos por um tempo indeterminado, mas longo.

Segundo o general norte-americano Joseph Votel, é difícil obter precisão sobre o número de civis e terroristas mortos, já que os jihadistas costumam se mover pela cidade se misturando aos seus habitantes. Acredita-se que, antes da investida contra o grupo terrorista em Mosul começar, estavam na cidade cerca de 5 mil combatentes do grupo terrorista.

Ofensiva em Mosul

A ofensiva para retomar Mosul começou no último dia 17 de outubro, mas foram necessárias duas semanas para que o Exército conseguisse entrar na cidade, que fica no Norte do país e é considerada a capital do "califado" de Abu Bakr al Baghdadi.

A conquista do município, em 2014, foi determinante para a ascensão do grupo terrorista, assim como sua retomada é crucial para derrotar o grupo. As tropas que lutam para tirá-la dos jihadistas reúnem 80 mil soldados, entre forças curdas, divisões do Exército e milícias xiitas.

Existe o temor de que os combates contra o Estado Islâmico em Mosul gerem uma crise humanitária sem precedentes. As Nações Unidas falam na possibilidade de até 200 mil deslocados deixarem a cidade nas próximas semanas. 9 (* Com informações da Agência Ansa).

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