> juliano
um grande paco parabens para a sonia vendrame e seus colegas pelo novo meio de etica jornalistica.e que aveja comeca aprender como produzir informaoes verdadeiras
> imad
bom paco, e o mais importante por cima, sao as novas fases de jornalismo etico que esta brotando no brasil, e claro atrves de um de seus frotos esse novo jovem grupo de comunicacao afronteira e alhudu, que estao a caminho de renovacao na area da midia. e parabens para ajuiza.
> Mohamad Soueid
Parabenizo aos colegas pelo espaço ganho na justiça ao direito de resposta. Não devemos tolerar que falsas afirmações sejam publicadas. Busquemos sempre as ferramentas para fazer valer o nosso direito de ampla defesa e do contraditório frente a essas acusações.
> Garon Piceli
Como estudante de jornalismo, essa decisão judicial me alegra, por sempre estar disposto e lutar pela imparcialidade em um texto.
> Garon Piceli
Como estudante de jornalismo, essa decisão judicial me alegra, por sempre estar disposto e lutar pela imparcialidade em um texto.
> ali abbas
Nada mais justo que a Revista Veja sendo um dos maiores meios de comunicação do país, voltar atrás com sua palavra e esclarecer com clareza o fato como foi ocorrido, deixando bem claro e explicito a verdadeira história sobre os homens citados. Seria uma oportunidade muito boa se um porta voz da revista tivesse a ousadia de se encontrar em um debate com um representante árabe, para que nesse debate possam ser esclarecidos a diferença entre terrorismo e uma noticia mal citada em uma revista. A Veja causou revolta em todos os árabes e muçulmanos do país e do mundo, nada mais certo do que um pedido de desculpa nacionalmente, pela gafe cometida.
> Dihego Vinícius
Difícil de comentar, mas acho que a juíza ta certa muitas vezes as imprensa publica algo inexistente e nunca é punido, mas tem vez que eles acertam, mas nesse caso ela ta certa e ela nada mais que deu direito a "Abril" em esclarecer o foi bom *-*
> Querolaine Davies
Isso nada mais é que o direito do ser humano sendo reconhecido. Acho que todos nós temos direito de defesa e portando um viva para essa juíza.
> maruan
apesar de nao acreditar no jornalismo de uma forma geral,pois escrevem o que querem e o que nao querem...muito poder,arrogancia e dissimulaçao...vamos esperar para crer....!
> maruan
apesar de nao acreditar no jornalismo de uma forma geral,pois escrevem o que querem e o que nao querem...muito poder,arrogancia e dissimulaçao...vamos esperar para crer....!
> maruan
apesar de nao acreditar no jornalismo de uma forma geral,pois escrevem o que querem e o que nao querem...muito poder,arrogancia e dissimulaçao...vamos esperar para crer....!
> Adnan
Ainda acredito, como a jornalista Sônia, na boa conduta do jornalismo sério, que prioriza a ética e a verdade. Esperamos que essa decisão seja levada adiante e que além disso todos os meios de comunicação que se colocarem de maneira anti-ética e racista sejam penalizados, pois não se pode permitir esta prática preconceituosa sob o pretexto da liberdade de expressão.
> Sônia Inês Vendrame
Senhora juíza Cláudia Maria Pereira Ravacci. Como jornalista começo a acreditar que o dever do jornalismo ético e justo começa a ser recuperado por meio da sua decisão. A revista Veja é livre para informar, mas dentro dos critérios que fazem com que a notícia seja pautada pelo pendulo da primeira regra ensinada pela boa escola de jornalismo: ouvir os acusados e aqui uma ressalva, quem acusa é a própria revista.
A Veja não aponta nenhuma fonte que diga o que ela afirma ser verdade. A revista não o fez o papel do jornalismo sério. A veja atacou uma etnia tendo como fonte a própria revista.
A veja atacou uma religião tendo como fonte a própria veja. A Veja utilizou um estudante para fazer a foto de um dos acusados por ela.
Senhora juíza, obrigada por permitir que eu volte a crer que o bom jornalismo seja resgatado.